PCPR cumpre mandado de prisão preventiva e busca contra suspeito de abastecer o tráfico em Rebouças
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da Delegacia de Polícia de Rebouças, com apoio do Tático Integrado de Grupos Operacionais Especiais (TIGRE) e da Polícia Militar, cumpriu, na manhã desta terça-feira (13), mandado de prisão preventiva e três mandados de busca e apreensão na cidade de Curitiba. A ação teve como alvo um investigado por coordenar o fornecimento de drogas para o município de Rebouças. Durante o cumprimento das ordens judiciais, foram apreendidos aparelhos celulares, uma pistola 9mm, diversas munições, maconha, crack, haxixe, capulho (flor de maconha) e sementes de maconha, totalizando 16kg de entorpecentes, além de balanças de precisão. Ao todo, duas pessoas foram presas.
A prisão é resultado de investigações conduzidas pela PCPR, com apoio da inteligência da Polícia Militar, que identificaram a estrutura da cadeia de distribuição de ilícitos na região. Conforme apurado, o investigado era o responsável por fornecer os entorpecentes para Rebouças.
Em maio deste ano, a Polícia Civil já havia prendido outra mulher apontada como gerente do tráfico local em Rebouças, a qual recebia as drogas diretamente do investigado. As diligências indicam que o alvo mantinha o monopólio do comércio na região, sendo indispensável sua autorização para a venda de entorpecentes no município.
Segundo o delegado titular da operação, Itamar Casabranca, a ação desarticula o topo da cadeia logística do grupo criminoso na região. “A neutralização dos líderes desse esquema é crucial, pois interrompe a cadeia de suprimento que abastecia diretamente os pontos de venda em Rebouças, além de demonstrar que Polícia Civil atua para tirar de circulação justamente quem comanda e controla o tráfico na cidade”, afirmou o delegado.
O investigado já possuía histórico criminal e cumpria medidas cautelares sob monitoramento eletrônico por tornozeleira em outros processos. Ele possui registros por tráfico de drogas, latrocínio e porte ilegal de arma de fogo.
A medida cautelar foi representada pela autoridade policial diante da gravidade dos fatos, da reiteração delitiva, tendo sido deferida pelo Poder Judiciário.
Após o cumprimento dos mandados e a formalização dos procedimentos de Polícia Judiciária, os presos permanecerão à disposição do Poder Judiciário.

Fonte e fotos: Polícia Civil



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