Profissões relacionadas à automação estarão em alta nas indústrias, veja como se qualificar O mercado de trabalho passou por grandes transformações na última década, com a inserção da tecnologia em rotinas de escritório e processos produtivos.

Era o momento de se qualificar e preparar-se para mudanças rápidas.

Com a pandemia da COVID-19, a velocidade dessas mudanças deve ser ainda maior.

Trabalho remoto, fábricas autônomas e recursos tecnológicos utilizados em grande escala vão demandar profissionais com competências sólidas e ampla capacidade de adaptação.

A expectativa é que as funções relacionadas ao ‘novo normal’ ganhem mais espaço.

“Sistemas de nuvem, inteligência artificial e outras plataformas digitais são utilizados para tornar os processos mais eficientes, autônomos e conectados à cadeia de valor.

Há uma grande tendência em formações ligadas à área de tecnologia e automação”, diz Vanessa Sorda Frason, gerente de Educação Profissional do Sistema Fiep. Sinais do futuro Com o trabalho remoto e a digitalização no centro das atividades industriais durante e depois da pandemia, as perspectivas do Mapa do Trabalho Industrial 2109-2023 do Senai começam a se concretizar.

As maiores taxas de crescimento serão nas ocupações que têm a tecnologia como base.

Entre elas, estarão as vagas em condutores de processos robotizados, cujo crescimento percentual do número de empregados está estimado em 22,4% até 2023. Pesquisadores de engenharia e tecnologia, engenheiros de controle e automação, engenheiros mecatrônicos e afins, além de diretores de serviços de informática também estão entre as áreas mais promissoras para a indústria do futuro. Como se preparar Se o perfil das vagas vai mudar, é preciso acompanhar o ritmo.

Para Vanessa, este é um momento de muitas adaptações e o domínio de recursos tecnológicos é tão importante quanto as habilidades socioemocionais.

“As competências técnicas – hard skills – serão um grande diferencial no momento das recolocações no mercado, mas, sem dúvidas, as soft skills vão definir as contratações”, analisa.

Habilidades que já são trabalhadas nos cursos do Sistema Fiep, como liderança, empreendedorismo, capacidade analítica e espírito colaborativo. A boa notícia é que a capacitação pode começar agora mesmo e, em poucos meses, os trabalhadores já estarão com novas habilidades no currículo.

No Sistema Fiep, a oferta passa pela formação básica, com a Educação de Jovens e Adultos (EJA) na modalidade EAD, e cursos rápidos de qualificação e aperfeiçoamento com 80% da carga horária online e 20% presencial.

“São várias formações que ajudam na colocação e recolocação no mercado de trabalho.

Esse modelo possibilita que aqueles que têm dificuldade de deslocamento possam ter acesso à formação, reduzindo as idas até o polo presencial”, destaca a gerente. Vanessa ainda explica que este pode ser um momento oportuno para investir em qualificação a médio prazo - o Sistema Fiep mantém as ofertas regulares de cursos semipresenciais, disponíveis em formato on-line durante o período de distanciamento social.

“Os profissionais já enfrentavam muitas influências da tecnologia que agora serão imprescindíveis.

Independentemente da área de atuação, todos deverão ter conhecimento e familiaridade com o uso das tecnologias”, complementa.

A instituição também está com várias opções de cursos gratuitos para auxiliar os trabalhadores da indústria neste período.

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